<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3273679119371879580</id><updated>2012-02-28T07:43:14.620-08:00</updated><title type='text'>Depressão</title><subtitle type='html'>Depressão é uma palavra freqüentemente usada para descrever nossos sentimentos. Todos se sentem "para baixo" de vez em quando, ou de alto astral às vezes e tais sentimentos são normais. A depressão, enquanto evento psiquiátrico é algo bastante diferente: é uma doença como outra qualquer que exige tratamento.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://depressao-tratamento.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3273679119371879580/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://depressao-tratamento.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>GB Marketing</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_sZ6p-GFBNf8/R8sS6zpW1_I/AAAAAAAACHo/tPGU2fmRE7Y/S220/logo_instituto_brasileiro.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>10</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3273679119371879580.post-345959557542091163</id><published>2011-12-28T14:12:00.001-08:00</published><updated>2011-12-28T14:12:44.281-08:00</updated><title type='text'>Estudo mostra disparidade racial em tratamento para depressão</title><content type='html'>Estudo mostra disparidade racial em tratamento para depressão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Africano-americanos idosos são significativamente menos prováveis ​​do que os brancos de serem diagnosticados e tratados para a depressão, um estudo da Universidade de Rutgers concluiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os pesquisadores revisaram cinco anos de dados nacionais da Pesquisa Beneficiário EUA Medicare atual, olhando para o uso seguro de informações, financeiras e de cuidados de saúde de 33.708 beneficiários de 2001 a 2005.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo de Rutgers, para aparecer na edição de fevereiro do American Journal of Public Health, descobriu que as taxas de diagnóstico de depressão foram 6,4 por cento para brancos não-hispânicos e 4,2 por cento para Africano-Americanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os pesquisadores acreditam que muitos Africano-americanos estão deprimidos, mas não estão recebendo o diagnóstico ou ajuda de que necessitam, disse Ayse AKINCIGIL, pesquisador chefe e professor assistente da Universidade Rutgers Escola de Trabalho Social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto outros estudos têm olhado para as pessoas de todas as idades, os pesquisadores da Rutgers escolheu estudar beneficiários do Medicare porque a depressão é um importante problema de saúde e, muitas vezes sub-tratada para adultos mais velhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diferenças econômicas foram encontrados a desempenhar um papel nas taxas de detecção. Africano-americanos da amostra estudada, por exemplo, eram menos prováveis ​​do que brancos não-hispânicos a ter um seguro privado para complementar Medicare.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Brancos uso de antidepressivos mais de Africano-americanos", disse AKINCIGIL. "Nós presumimos que eles tenham um melhor acesso a médicos e farmácias e mais dinheiro para gastar em drogas."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de economia, pode ser que Africano-americanos são menos propensos a procurar ajuda por causa do estigma cultural, ou que alguns bairros mais pobres têm muito menos terapeutas e médicos que tratam a depressão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Existem diferenças culturais ou diferenças em relação sistêmica de saúde de qualidade e de acesso para tratamento da depressão?" disse AKINCIGIL, que espera realizar um estudo menor e mais detalhada que explorar melhor essas teorias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AKINCIGIL e os pesquisadores dizem que os médicos que tratam os idosos devem rotineiramente tela todos os seus pacientes para sintomas de depressão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"É preciso mais consciência das formas em que a depressão pode agravar outros problemas médicos comuns que as pessoas mais velhas tendem a ter, como diabetes e doenças cardíacas."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Karyne Jones, presidente do Caucus Nacional e Centro, em preto Aged, concordou que os médicos precisam ser mais vigilantes em reconhecer os sintomas. Mas, ao mesmo tempo, a comunidade Africano-Americana precisa ser instados a tratar a depressão como um problema médico, disse Jones.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"É preciso haver mais educação que não é apenas o que a vovó está ficando mais velhas ou que a vovó em um de seus humores", disse Jones. "E, claro, a piada em que a comunidade negra é que não vão à terapia, vamos à igreja. Há o pensamento que estes tipos de coisas podem ser resolvidos somente pela oração."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3273679119371879580-345959557542091163?l=depressao-tratamento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://depressao-tratamento.blogspot.com/feeds/345959557542091163/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://depressao-tratamento.blogspot.com/2011/12/estudo-mostra-disparidade-racial-em.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3273679119371879580/posts/default/345959557542091163'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3273679119371879580/posts/default/345959557542091163'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://depressao-tratamento.blogspot.com/2011/12/estudo-mostra-disparidade-racial-em.html' title='Estudo mostra disparidade racial em tratamento para depressão'/><author><name>GB Marketing</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_sZ6p-GFBNf8/R8sS6zpW1_I/AAAAAAAACHo/tPGU2fmRE7Y/S220/logo_instituto_brasileiro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3273679119371879580.post-6811241861384198116</id><published>2011-11-24T09:42:00.001-08:00</published><updated>2011-11-24T09:47:09.866-08:00</updated><title type='text'>Renner está internado com depresssão</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div style="background-color: white; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #333333; font-size: 14px; font: normal normal normal 14px/normal Arial; line-height: 20px; margin-bottom: 20px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;"&gt;O “Balanço Geral”, da Record, informou que o cantor Renner está internado em uma clínica de reabilitação em Brasília.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #333333; font-size: 14px; font: normal normal normal 14px/normal Arial; line-height: 20px; margin-bottom: 20px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;"&gt;Em entrevista a Record de Brasília no início da tarde, Renner disse estar com uma “depressãozinha”.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #333333; font-size: 14px; font: normal normal normal 14px/normal Arial; line-height: 20px; margin-bottom: 20px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;"&gt;O cantor confessou ter se abalado muito com o fim da dupla com Rick, dois anos atrás, e ter se decepcionado com a dificuldade em seguir uma carreira solo.&amp;nbsp;Segundo ele, houve muitos falsos investidores.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-style: initial; border-top-width: 0px; font: normal normal normal 14px/normal Arial; margin-bottom: 20px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 20px;"&gt;Outra decepção de Renner, segundo palavras dele mesmo, foi com as rádios, que cobravam muito caro para tocar suas músicas novas. Mas a maior de todas as decepções foi quando Renner foi iludido por um grupo de&amp;nbsp;políticos&amp;nbsp;goianos que o lançaram candidato ao Senado Federal.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #333333; font-size: 14px; font: normal normal normal 14px/normal Arial; line-height: 20px; margin-bottom: 20px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;"&gt;Renner negou que tenha problema com drogas e disse que a clínica na qual está internado é de um amigo.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #333333; font-size: 14px; font: normal normal normal 14px/normal Arial; line-height: 20px; margin-bottom: 20px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;"&gt;Apesar de separados, a relação de Rick e Renner não é ruim. Rick chegou até a anunciar, no ano passado, que produziria um disco de Renner.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #333333; font-size: 14px; font: normal normal normal 14px/normal Arial; line-height: 20px; margin-bottom: 20px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;"&gt;Perguntei ao Rick sobre o assunto da internação, e a resposta foi a seguinte:&amp;nbsp;&lt;em style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-style: initial; border-top-width: 0px; font: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;“o que eu estou sabendo é isso aí que estão falando. Quando eu souber de mais alguma coisa, eu falo”.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #333333; font-size: 14px; font: normal normal normal 14px/normal Arial; line-height: 20px; margin-bottom: 20px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;"&gt;Quando se separou de Rick, em 2009, Renner conseguiu um investidor, que viabilizou seu lançamento como artista solo. Recentemente, pelo fato de não ter havido muita repercussão com a nova carreira, o investidor saiu e o cantor ficou sem condições de bancar o trabalho.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #333333; font-size: 14px; font: normal normal normal 14px/normal Arial; line-height: 20px; margin-bottom: 20px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;"&gt;Atualmente, Renner mora sozinho em São Paulo. Em 2001, o cantor sofreu um acidente que resultou na morte de duas pessoas.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3273679119371879580-6811241861384198116?l=depressao-tratamento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://depressao-tratamento.blogspot.com/feeds/6811241861384198116/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://depressao-tratamento.blogspot.com/2011/11/renner-esta-internado-com-depresssao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3273679119371879580/posts/default/6811241861384198116'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3273679119371879580/posts/default/6811241861384198116'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://depressao-tratamento.blogspot.com/2011/11/renner-esta-internado-com-depresssao.html' title='Renner está internado com depresssão'/><author><name>GB Marketing</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_sZ6p-GFBNf8/R8sS6zpW1_I/AAAAAAAACHo/tPGU2fmRE7Y/S220/logo_instituto_brasileiro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3273679119371879580.post-7653934641195533651</id><published>2011-10-15T19:16:00.001-07:00</published><updated>2011-10-15T19:17:52.742-07:00</updated><title type='text'>TST indefere estabilidade a trabalhador que sofria de depressão</title><content type='html'>O&amp;nbsp;Tribunal Superior do Trabalho manteve decisão da Sexta Turma e não conheceu de embargos de um empregado da Cia&amp;nbsp;Klabin S/A que pleiteava a estabilidade provisória, após o fim do contrato de trabalho, por encontrar-se, na ocasião da dispensa, com depressão. A subseção manteve o fundamento da Turma, que indeferiu a estabilidade pela não comprovação do nexo de causalidade entre a doença e o trabalho desempenhado por ele. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O empregado atuou inicialmente como ajudante geral, a partir de junho de 2001. Um ano depois, passou a ajudante de operador de máquina coladeira até a dispensa sem justa causa, ocorrida em junho de 2006. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na ação inicial, contou que, no início de 2006, começou a sentir-se pressionado psicologicamente pelas cobranças abusivas do cumprimento de metas, “muitas vezes inatingíveis”, exigindo jornadas prolongadas e esforços redobrados. Atribuiu a esses fatos os primeiros sintomas de depressão, com crises de ansiedade, insônia, diminuição da capacidade de concentração e da autoestima e ideias frequentes de culpa ou indignidade. Por conta disso, ficou afastado cerca de quatro meses e, após a rescisão, foi submetido a tratamento psiquiátrico. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O citado operador tentou, na Justiça do Trabalho, anular a dispensa com a consequente reintegração e o pagamento dos salários e demais vantagens decorrentes do contrato. Argumentou que seu estado de saúde não lhe possibilitou realizar o trabalho e que não poderia ser demitido, ainda que a depressão não tenha tido como fato gerador a atividade profissional. Contudo, a Primeira Vara do Trabalho de Lajes (SC), ao verificar que o operador não estava doente ao ser dispensado, pois já havia recebido alta do INSS, estando apto para o trabalho na ocasião, concluiu válida a dispensa, indeferindo a reintegração. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem sucesso também no Tribunal Regional do Trabalho da 12ª Região (SC), o operador apelou ao TST, ao argumento de ter direito à estabilidade provisória prevista no artigo 118 da Lei nº 8.213/91. A Sexta Turma esclareceu que doença profissional é aquela que resulta de forma direta das condições de trabalho, causando ou não a incapacidade para o exercício da profissão, e que sua constatação garante ao empregado o direito à estabilidade provisória prevista no artigo 118 da Lei nº 8.213/91. Embora a depressão seja um mal que afeta o aspecto psicológico, causando alterações emocionais (humor e baixa autoestima) e físicos (cansaço), suas causas são as mais variadas, avaliou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a Turma, não se poderia dizer que é impossível caracterizar a depressão como doença profissional, mas, para se reconhecê-la como tal, deveria estar concretizado o nexo causal entre ela e as atividades desempenhadas. Observou, ainda, que, apesar de o laudo pericial ter indicado o trabalho como fator agravante, o quadro descrito pelo Regional não permitia concluir que o contrato de trabalho fosse sequer concausa que justificasse o reconhecimento da doença profissional, e rejeitou o recurso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos embargos à SDI-1, o operador reiterou o direito à estabilidade e disse ter sido demonstrado que a depressão se agravou com os serviços prestados na Klabin. Por fim, alegou contrariada a Súmula nº 278, item II do TST , que trata dos pressupostos para a concessão da estabilidade em razão de doença profissional. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na SDI-1, o relator dos embargos, juiz convocado Sebastião Geraldo de Oliveira, afirmou que segundo as premissas fixadas pelo Regional e descritas pela Turma, não há como se concluir pela contrariedade à súmula em questão, pois o indeferimento da estabilidade baseou-se na ausência de comprovação do nexo de causalidade entre a doença e o trabalho. Vencida a ministra Delaíde Miranda Arantes, os demais integrantes da Subseção acompanharam o relator.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3273679119371879580-7653934641195533651?l=depressao-tratamento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://depressao-tratamento.blogspot.com/feeds/7653934641195533651/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://depressao-tratamento.blogspot.com/2011/10/tst-indefere-estabilidade-trabalhador.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3273679119371879580/posts/default/7653934641195533651'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3273679119371879580/posts/default/7653934641195533651'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://depressao-tratamento.blogspot.com/2011/10/tst-indefere-estabilidade-trabalhador.html' title='TST indefere estabilidade a trabalhador que sofria de depressão'/><author><name>GB Marketing</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_sZ6p-GFBNf8/R8sS6zpW1_I/AAAAAAAACHo/tPGU2fmRE7Y/S220/logo_instituto_brasileiro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3273679119371879580.post-8278757143525105977</id><published>2010-08-20T18:02:00.000-07:00</published><updated>2010-08-20T18:03:05.477-07:00</updated><title type='text'>LSD pode combater a depressão, dizem cientistas</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Verdana, Geneva, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; color: rgb(37, 37, 37); line-height: 20px; "&gt;Drogas psicodélicas como o LSD podem ser usadas para combater a depressão e tratar alguns tipos de câncer, de acordo com pesquisadores da Universidade de Zurique, na Suíça. A ketamina, substância utilizada como tranquilizante de de cavalos, se tornou uma 'droga de festa' por causa do efeito 'psicodélico'.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os médicos suíços explicaram que os avanços relativos à nossa compreensão do funcionamento cérebro nos fazem ver além dos efeitos negativos das substâncias. Sendo assim, é mais fácil investigar os possíveis benefícios para tratar de doenças mais complexas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As drogas podem ser usadas como uma espécie de catalisador, ajudando os pacientes a modificarem sua percepção de problemas e melhorar os níveis de dor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Estas substâncias podem dar aos pacientes uma nova perspectiva", disse o Doutor Franz Vollenweider, que publicou um artigo sobre o tema no jornal &lt;em style="border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; text-decoration: none; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Nature Neuroscience&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estudos sugerem que o LSD, proibido em todo o mundo desde os anos 60, ajudaria doentes com câncer e outras doenças em estágio terminal a 'aceitar melhor seu destino'. Isto aconteceria porque ele age sobre os circuitos cerebrais e substâncias químicas envolvidas na depressão, ansiedade e transtorno obsessivo compulsivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos testes realizados, alguns doentes tiveram uma rápida melhoria na sua condição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Especialistas britânicos pediram que as pessoas não se automediquem, explicando que a droga foi declarada ilegal por motivos sérios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LSD foi descoberto acidentalmente por cientista suíço Albert Hofmann quando este estudava as propriedades medicinais de um fungo.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3273679119371879580-8278757143525105977?l=depressao-tratamento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://depressao-tratamento.blogspot.com/feeds/8278757143525105977/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://depressao-tratamento.blogspot.com/2010/08/lsd-pode-combater-depressao-dizem.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3273679119371879580/posts/default/8278757143525105977'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3273679119371879580/posts/default/8278757143525105977'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://depressao-tratamento.blogspot.com/2010/08/lsd-pode-combater-depressao-dizem.html' title='LSD pode combater a depressão, dizem cientistas'/><author><name>GB Marketing</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_sZ6p-GFBNf8/R8sS6zpW1_I/AAAAAAAACHo/tPGU2fmRE7Y/S220/logo_instituto_brasileiro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3273679119371879580.post-607632234731331882</id><published>2010-07-25T12:55:00.000-07:00</published><updated>2010-07-25T12:56:32.614-07:00</updated><title type='text'>Entre a euforia e a depressão</title><content type='html'>"Passei em uma livraria em São Paulo e comprei R$ 6.000 em livros. Fiz dedicatórias para alguns amigos meus que, na hora, achei fantásticas. Foi em um momento de euforia, quando a gente se acha genial. Depois que passou a alegria, caí na real e acabei não dando os livros para ninguém". Essa é apenas uma das inusitadas histórias que o publicitário Marcelo Diniz, 62, viveu desde que descobriu ter transtorno bilopar, há 38 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De forma bem humorada, ele colocou toda a sua experiência com o distúrbio - que tem como principal característica a oscilação entre a depressão e a euforia - no livro "Crônicas de um Bipolar", lançado na última semana. "Eu estava fazendo um livro de crônicas sobre passagens da minha vida. Aí, decidi ampliar a ideia e escrever histórias que vivi nos momentos de crise causadas pela bipolaridade", conta o publicitário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de esse não ser o principal objetivo da publicação, Diniz considera importante tratar publicamente a bipolaridade para que as pessoas entendam melhor a doença e percam o preconceito com seus portadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O próprio autor é um exemplo de que a doença não impede as pessoas com transtorno bipolar de terem uma vida normal. Diniz é um publicitário bem sucedido e já desenvolveu projetos para uma série de empresas de grande porte. Hoje, ele é assessor da Associação Brasileira de Agências de Publicidade e planejador da Associação Brasileira de Propaganda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, "Crônicas de um Bipolar" é o segundo livro escrito por ele - a estreia como autor foi com "O capital moral ou a falta dele", lançado em 2004.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tratamento. A médica e psicanalista Soraya Hissa de Carvalho explica que, apesar de a doença não ter cura, as pessoas com transtorno bipolar conseguem viver uma vida tranquila, desde que façam um tratamento adequado. "Dá para manter a doença sobre controle com o tratamento e voltar à vida produtiva, o que, em momentos de crise, é muito difícil", garante a médica.&lt;br /&gt;Segundo a especialista, portadores de transtorno bipolar costumam passar por fases críticas de depressão e euforia. No primeiro caso, os sintomas são queda da concentração, atenção e auto-estima, além de ideias de culpa e inutilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já nos momentos de euforia, o doente passa a perder o sono e deixa de avaliar riscos. "É normal que elas se envolvam em situações de alto risco, como carros em alta velocidade ou o uso de drogas. Nas situações mais extremas, elas podem até tentar suicídio", alerta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saiba mais sobre a bipolaridade&lt;br /&gt;Cautela. O diagnóstico da doença pode ser lento e deve ser cuidadoso. "Não podemos classificar uma simples mudança de humor do dia-a-dia como um transtorno grave", explica o psiquiatra Ricardo Moebus. Ele conta que os transtornos ocorrem frequentemente e têm características comuns.&lt;br /&gt;Causas. A bipolaridade não é uma doença genética. Os especialistas advertem que ela pode se manifestar por vários motivos - o mais comum é a ocorrência de abalos emocionais graves ao longo da vida.&lt;br /&gt;Tratamento. Alguns doentes precisam de medicamentos, terapias, participação em grupos de apoio e atividades que auxiliam no controle da euforia e da depressão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diagnóstico&lt;br /&gt;Maioria não sabe que tem&lt;br /&gt;A maior parte dos portadores de transtorno bipolar desconhece a doença, segundo a médica e psicanalista Soraya Hissa de Carvalho. “Várias pessoas não sabem que são bipolares e tratam o transtorno como depressão. Por isso, é importante avaliar bem o histórico do paciente para propor o melhor tratamento”, avalia a psicanalista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o caso do aposentado Luiz Carlos Coimbra, 62. Ele conta que, desde a adolescência, tinha atitudes fora do padrão, mas custou a descobrir o motivo. Coimbra só foi corretamente diagnosticado depois de perder a empresa da qual era proprietário – durante as crises de euforia, ele assumia compromissos financeiros que não conseguia cumprir. “Eu não avaliava riscos e minha empresa quebrou. Eu não tinha capacidade de notar que estava errado”, conta.&lt;br /&gt;Após o tratamento, o aposentado garante que consegue manter uma vida normal. “Hoje, vivo harmoniosamente com minha família. Passei a conhecer meus próprios limites e os das pessoas que convivem comigo”, relata.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3273679119371879580-607632234731331882?l=depressao-tratamento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://depressao-tratamento.blogspot.com/feeds/607632234731331882/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://depressao-tratamento.blogspot.com/2010/07/entre-euforia-e-depressao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3273679119371879580/posts/default/607632234731331882'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3273679119371879580/posts/default/607632234731331882'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://depressao-tratamento.blogspot.com/2010/07/entre-euforia-e-depressao.html' title='Entre a euforia e a depressão'/><author><name>GB Marketing</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_sZ6p-GFBNf8/R8sS6zpW1_I/AAAAAAAACHo/tPGU2fmRE7Y/S220/logo_instituto_brasileiro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3273679119371879580.post-5937481211373708128</id><published>2009-05-31T07:52:00.000-07:00</published><updated>2009-05-31T08:02:13.998-07:00</updated><title type='text'>Depressão - causa, motivo</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_sZ6p-GFBNf8/SiKb8EBQBOI/AAAAAAAAFW8/Eqmd26cXaRY/s1600-h/depress%C3%A3o2.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 297px; height: 294px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_sZ6p-GFBNf8/SiKb8EBQBOI/AAAAAAAAFW8/Eqmd26cXaRY/s320/depress%C3%A3o2.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5342003564188271842" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  ;font-family:Arial;font-size:13px;"&gt; causa exata da depressão permanece desconhecida. A explicação mais provavelmente correta é o desequilíbrio bioquímico dos neurônios responsáveis pelo controle do estado de humor. Esta afirmação baseia-se na comprovada eficácia dos antidepressivos. O fato de ser um desequilíbrio bioquímico não exclui tratamentos não farmacológicos. O uso continuado da palavra pode levar a pessoa a obter uma compensação bioquímica. Apesar disso nunca ter sido provado, o contrário também nunca foi.&lt;br /&gt;Eventos que desencadeiam são muito estudados e de fato encontra-se relação entre certos acontecimentos estressantes na vida das pessoas e o início de um episódio depressivo. Contudo tais eventos não podem ser responsabilizados pela manutenção da depressão. Na prática a maioria das pessoas que sofre um revés se recupera com o tempo. Se os reveses da vida causassem depressão todas as pessoas a eles submetidos estariam deprimidas e não é isto o que se observa. Os eventos estressantes provavelmente disparam a depressão nas pessoas predispostas, vulneráveis. Exemplos de eventos estressantes são perda de pessoa querida, perda de emprego, mudança de habitação contra vontade, doença grave, pequenas contrariedades não são consideradas como eventos fortes o suficiente para desencadear depressão. O que torna as pessoas vulneráveis ainda é objeto de estudos. A influência genética como em toda medicina é muito considerada e estudada. Trabalhos recentes mostram que mais do que a influência genética, o ambiente durante a infância pode predispor mais as pessoas. O fator genético é fundamental uma vez que os gêmeos idênticos ficam mais deprimidos do que os gêmeos não idênticos.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3273679119371879580-5937481211373708128?l=depressao-tratamento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://depressao-tratamento.blogspot.com/feeds/5937481211373708128/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://depressao-tratamento.blogspot.com/2009/05/depressao-causa-motivo.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3273679119371879580/posts/default/5937481211373708128'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3273679119371879580/posts/default/5937481211373708128'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://depressao-tratamento.blogspot.com/2009/05/depressao-causa-motivo.html' title='Depressão - causa, motivo'/><author><name>GB Marketing</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_sZ6p-GFBNf8/R8sS6zpW1_I/AAAAAAAACHo/tPGU2fmRE7Y/S220/logo_instituto_brasileiro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_sZ6p-GFBNf8/SiKb8EBQBOI/AAAAAAAAFW8/Eqmd26cXaRY/s72-c/depress%C3%A3o2.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3273679119371879580.post-1281146003893750234</id><published>2009-05-31T06:16:00.000-07:00</published><updated>2009-05-31T08:27:38.183-07:00</updated><title type='text'>Depressão - tratamento e sintoma</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-family:'times new roman';"&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;small&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;A depressão se manifesta por uma grande variedade de sintomas, mas nem os médicos são capazes de mensurar a dor que ela provoca&lt;/span&gt;&lt;/small&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;small&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Quem já se sentiu deprimido sabe muito bem o que isso significa. As demais pessoas podem ter alguma ideia vaga de como se sente um deprimido, mas é impossível sentir aquilo que ele sente. Com a condição de não ter seus nomes revelados, algumas mulheres – nenhum dos homens abordados pela reportagem aceitou o convite – que sofreram ou sofrem com a doença descreveram sua dor. Dor que nem mesmo os psiquiatras podem mensurar, confessa o médico Geraldo José Ballone, professor de psiquiatria da Faculdade de Medicina da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Camp).&lt;/span&gt;&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;small&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;A depressão se manifesta por uma grande variedade de sintomas, entretanto, eles decorrem, de acordo com o psiquiatra, de três básicos: sofrimento moral, inibição global e perda do prazer. Ballone conta que ao deprimido parece que a vida “perdeu o brilho” e nada é agradável. Existem casos de pacientes que se referem a esse incômodo dizendo que até sua sandálias havaianas apertam seus pés. O psiquiatra acredita que a depressão tenha uma origem multifatorial, sendo a noção ou controle do tempo um desses muitos fatores. “Lutar contra o tempo pode significar um esforço adaptativo relativamente novo na espécie humana, considerando o longo período de nossa evolução”, destaca.&lt;/span&gt;&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;small&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Além do preconceito e dos estigmas sociais, a falta de diagnóstico e tratamento errado levam um número cada vez maior de pessoas a sofrer com a doença. Em termos numéricos, o suicídio não é o principal dano psíquico da depressão. A maioria dos deprimidos felizmente não se mata. “O maior dano é, sem dúvida, o prejuízo na qualidade da vida emocional, na sensação de infelicidade, na desesperança e na perda do prazer da vida”, explica Ballone, para quem a “obrigação de ser feliz” pode não ser uma causa de aumento na incidência da depressão, mas, sem dúvida, é um “importante fator de conscientização” da condição de vida.&lt;/span&gt;&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;small&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;“Nossa sociedade glorifica a expansividade, a extroversão, o barulho e não vê com bons olhos a reflexão, a mansidão, a introspecção. Se um adolescente fica mais tempo em seu quarto lendo, refletindo, escrevendo, sempre tem uma tia sugerindo aos pais para levá-lo ao psicólogo”, exemplifica.&lt;/span&gt;&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;small&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;strong&gt;Desconfiança&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Mestre em filosofia política pela Universidade Federal de Goiás (UFG) e praticante da filosofia clínica, o professor Will Eduardo de Goya diz que, ao atender pacientes com “transtorno depressivo”, percebe que muitos deles também utilizam a doença como uma maneira “inteligente e necessária” para vencer os desafios que encontram na vida. “Conheço pessoas que não suportam mais o trabalho ou o relacionamento conjugal e é através da ‘depressão’ que conseguem sobreviver e até sair disso”, explica.&lt;/span&gt;&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;small&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Goya vê com desconfiança a estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS) de que 121 milhões de pessoas no mundo sofram de depressão. “Hoje em dia, duvido que haja uma só pessoa que não ficaria retida num exame psiquiátrico rigoroso para sério tratamento. Não sejamos ingênuos, alguém acredita que isso nada tem a ver com o vertiginoso aumento de medicações da indústria farmacêutica a exigir lucros?”, questiona.&lt;/span&gt;&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3273679119371879580-1281146003893750234?l=depressao-tratamento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://depressao-tratamento.blogspot.com/feeds/1281146003893750234/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://depressao-tratamento.blogspot.com/2009/05/depressao-tratamento-e-sintoma.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3273679119371879580/posts/default/1281146003893750234'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3273679119371879580/posts/default/1281146003893750234'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://depressao-tratamento.blogspot.com/2009/05/depressao-tratamento-e-sintoma.html' title='Depressão - tratamento e sintoma'/><author><name>GB Marketing</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_sZ6p-GFBNf8/R8sS6zpW1_I/AAAAAAAACHo/tPGU2fmRE7Y/S220/logo_instituto_brasileiro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3273679119371879580.post-1878027235335681623</id><published>2009-05-31T06:14:00.000-07:00</published><updated>2009-05-31T06:15:43.017-07:00</updated><title type='text'>Depoimentos de quem superou a depressão</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; "&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;big&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;‘É cinza, sem sabor e sem cor’&lt;/span&gt;&lt;/big&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;em&gt;&lt;small&gt;“Depressão. O que dizer sobre esse assunto? É cinza, sem sabor, sem cor, sem brilho, sem vida... É o que sentimos. Nada faz sentido, nada tem valor, nada é bonito, nada importa. A sensação da morte presente sim é algo muito real, porque a gente se sente , morto-vivo e vivo-morto. E tudo que lembra a morte é mais familiar e mais desejado que qualquer outra coisa. Sintomas? Dores terríveis, sensação de fim, uma tristeza inexplicável, apatia total às coisas da vida, não se tem vontade de fazer absolutamente nada. Só de morrer, devagarinho, pedindo que o mundo nos deixe em paz. Um sofrimento sem razão de ser, mas com feridas profundas. De onde vem? Não sei explicar. Não tem explicação. Tudo é tristeza, tudo é um vão, vazio. Um poço sem fundo...” &lt;/small&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;small&gt;&lt;small&gt;&lt;span style="color:#B35B14;"&gt;CRISTINA&lt;/span&gt;, 35 ANOS*&lt;/small&gt;&lt;/small&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;hr   style="font-size:78%;color:#808080;"&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;big&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;‘Cheguei a ponto de tentar suicídio’&lt;/span&gt;&lt;/big&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;em&gt;&lt;small&gt;“Há pouco mais de um ano, comecei a conviver com uma assustadora melancolia. O primeiro sintoma foi o isolamento. Quem me conhecia desconfiava da minha ausência em festas e reuniões de amigos. Ficar em casa ouvindo músicas tristes era o que me satisfazia. Sentia tanta dor, inclusive física, pela somatização de angústias, que no início, mesmo com a ajuda de um terapeuta, uma psiquiatra e vários medicamentos, não conseguia me ver longe daquele abatimento. Acreditava que minha vida era como um teatro no qual eu inventava meus personagens e apresentava uma péssima atuação. Passei por tantos estágios de aflição que cheguei a ponto de tentar suicídio e ser internada em uma clínica psiquiátrica. Minha família sofreu junto comigo. O pior era ter de tentar esconder isso de algumas pessoas, pois, passada aquela fase, como os outros iriam me olhar? Como meus colegas de trabalho se refeririam ao assunto? Com pena? Medo? É muito triste sermos julgados durante toda a vida por uma fase. Hoje entendo que, quando meus problemas não são resolvidos, eles tendem a me levar à depressão. Nesse aflitivo ciclo em que vivo, estou cercada dos cuidados da família e de amigos. Minha depressão tem sido vencida e no fim ela mesma encabula e sai correndo.”&lt;/small&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;small&gt;&lt;small&gt;&lt;span style="color:#B35B14;"&gt;MARTA&lt;/span&gt;, 28 ANOS*&lt;/small&gt;&lt;/small&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;hr   style="font-size:78%;color:#808080;"&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;big&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;’Tinha medo de estar doida’&lt;/span&gt;&lt;/big&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;em&gt;&lt;small&gt;“Em 1998 meu marido passou em um concurso em outro Estado. Apaixonada, larguei tudo para acompanhá-lo em nossa nova vida. A euforia logo deu lugar à solidão. Passava muito tempo sozinha. Vivi 7 anos e 11 meses escondida dentro de uma casa. Não sei se a mudança foi a causa da tristeza que virou depressão, mas o certo era que sentia uma dor imensa. Logo eu, que sou do signo de leão e sempre fui reconhecida por ser batalhadora, otimista e guerreira. Lembro que lá era um calorão e eu ia para a cama e me cobria de cobertas às 20 horas. Era uma tentativa de me proteger da dor. Acabei buscando refúgio no álcool. Foi meu fundo do poço. Bebia e sentia culpa. Sentia culpa e bebia. Tinha medo de descobrir que estava doida. Sentia que estava sucumbindo, morrendo aos poucos. Meu marido não teve a sensibilidade de ver que eu precisava de ajuda, que acabei encontrando com os amigos. Me levaram a um psiquiatra, o que foi fundamental para minha recuperação. Com a ajuda da família e dos meus amigos, consegui vencer a depressão, uma dor que não desejo a ninguém.”&lt;/small&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;small&gt;&lt;small&gt;&lt;span style="color:#B35B14;"&gt;ESTELA&lt;/span&gt;, 51 ANOS*&lt;/small&gt;&lt;/small&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3273679119371879580-1878027235335681623?l=depressao-tratamento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://depressao-tratamento.blogspot.com/feeds/1878027235335681623/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://depressao-tratamento.blogspot.com/2009/05/depoimentos-de-quem-superou-depressao.html#comment-form' title='124 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3273679119371879580/posts/default/1878027235335681623'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3273679119371879580/posts/default/1878027235335681623'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://depressao-tratamento.blogspot.com/2009/05/depoimentos-de-quem-superou-depressao.html' title='Depoimentos de quem superou a depressão'/><author><name>GB Marketing</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_sZ6p-GFBNf8/R8sS6zpW1_I/AAAAAAAACHo/tPGU2fmRE7Y/S220/logo_instituto_brasileiro.jpg'/></author><thr:total>124</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3273679119371879580.post-49437492936202178</id><published>2009-05-31T06:12:00.000-07:00</published><updated>2009-05-31T06:13:37.974-07:00</updated><title type='text'>Culpa por não ser feliz</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'times new roman'; "&gt;&lt;p&gt;&lt;small&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;A depressão leva o sujeito a se sentir culpado de não estar tão feliz quanto deveria, observa a antropóloga Miriam Goldenberg, autora do livro De Perto Ninguém é Normal (Editora Record). Para ela, a cultura consumista, em que tudo é facilmente deletável e descartável, agravaria o problema. “Ideias de sofrimento, tristeza e espera aparecem como algo que deve ser evitado. Todos querem consumir prazer, alegria, felicidade, em garrafas, pílulas ou atividades, desde que não tenham de parar para pensar. Não posso parar para pensar e sofrer. Esta é a cultura do nosso tempo, de viver sem parar, sem pensar e sem sofrer”, ressalta.&lt;/span&gt;&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;small&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;O indivíduo, segundo a antropóloga, que não segue essa regra, sente-se responsável pelos próprios problemas, além de culpado por ser diferente. “Ele se culpabiliza e, também, é estigmatizado por aqueles que não toleram quem pensa, para e sofre.” Na prática, se alguém está triste, a cobrança social duplicaria a infelicidade.&lt;/span&gt;&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;small&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Presidente do Conselho Regional de Psicologia de Goiás e Tocantins, a psicóloga Heloiza Helena Massanaro lembra que a mídia tem grande responsabilidade na criação de padrões de comportamento, como a felicidade sufocante das famílias dos comerciais de margarina e a euforia das celebridades nas revistas de fofoca.“Às vezes fico vendo aquelas fotos e pensando quem são os analistas dessas pessoas que transbordam alegria o tempo todo. Esses modelos rígidos acabam gerando muito sofrimento”, observa a psicóloga. Sofrimento não só por aquilo que faz as pessoas sofrerem – o luto, o desemprego, uma perda amorosa –, mas sofrimento pela culpa de estar triste em um mundo moldado para a alegria.&lt;/span&gt;&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3273679119371879580-49437492936202178?l=depressao-tratamento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://depressao-tratamento.blogspot.com/feeds/49437492936202178/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://depressao-tratamento.blogspot.com/2009/05/culpa-por-nao-ser-feliz.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3273679119371879580/posts/default/49437492936202178'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3273679119371879580/posts/default/49437492936202178'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://depressao-tratamento.blogspot.com/2009/05/culpa-por-nao-ser-feliz.html' title='Culpa por não ser feliz'/><author><name>GB Marketing</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_sZ6p-GFBNf8/R8sS6zpW1_I/AAAAAAAACHo/tPGU2fmRE7Y/S220/logo_instituto_brasileiro.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3273679119371879580.post-8134217316552269361</id><published>2009-05-31T06:10:00.000-07:00</published><updated>2009-05-31T06:12:39.638-07:00</updated><title type='text'>Saiba tudo sobre a Depressão</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'times new roman'; "&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;small&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Depressão sai dos consultórios médicos para ser vista como um sintoma social de uma época que supervaloriza o ritmo frenético de vida&lt;/span&gt;&lt;/small&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;small&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Numa rodovia, dentro dos limites de velocidade, a motorista percebe que um cachorro começa a atravessar a pista repleta de carros. Ela vê que vai atropelar o animal, mas não pode desviar nem frear, sob o risco de provocar um acidente ainda maior. Por milésimos de segundos, vive a agonia de perceber que está em uma velocidade irreversível e que matará um ser vivo.&lt;/span&gt;&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;small&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;O episódio – real e com final feliz para o cão, que sobreviveu mancando ao atropelamento – serviu de metáfora para a psicanalista Maria Rita Kehl refletir em seu novo livro, O Tempo e o Cão (Boitempo Editorial), sobre a depressão como um sintoma social de uma época que supervaloriza a velocidade. A obra aborda a doença como um mal-estar da sociedade contemporânea.&lt;/span&gt;&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;small&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;O tempo que corre rápido e a ideia de que é preciso estar sempre feliz – ou melhor, encenar a felicidade – podem, segundo a autora, ser as principais causas da depressão. O aumento do número de pacientes se dizendo deprimidos no consultório e o estudo da obra dos filósofos Henry Bergson (1859-1941) e Walter Benjamin (1892-1940), que teorizou a relação entre a melancolia e a aceleração do tempo, são apontados pela psicanalista como os motivos que despertaram seu interesse pelo tema.&lt;/span&gt;&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;small&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;strong&gt;Aumento dos casos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A questão era encontrar uma razão para o aumento de casos de depressão. De acordo com dados da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o uso de medicamentos contra a doença tem crescido a uma taxa assustadora no País: 42% entre 2003 e 2007. “Se existe uma causa para esse aumento, ela está na perda do sentido da experiência em função da aceleração da temporalidade contemporânea. Os casos de depressão no consultório me ajudaram a entendê-la como um sintoma social, como um sofrimento que se alastra”, explicou Maria Rita, em entrevista por e-mail ao POPULAR. A velocidade cotidiana, para ela, criaria um vazio, e não um preenchimento.&lt;/span&gt;&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;small&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;A psicanalista defende que a depressão é um sintoma social no sentido de que diz respeito não só ao sujeito, tomado individualmente, mas também revela alguma coisa que não vai bem nas condições sociais em que ele vive. Numa sociedade que “aposta na euforia como valor”, a tristeza e o desânimo tendem a ser vistos como patologia, como um comportamento a ser corrigido – de preferência, com remédios. Nessa dinâmica, a fronteira entre tristeza, normal na vida de qualquer ser humano, e depressão tem se perdido.&lt;/span&gt;&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;small&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;“A sociedade que acredita no mercado, na festa, no consumo de bens como um caminho para a felicidade e o reconhecimento deveria ser bem menos depressiva”, raciocina Maria Rita, que é doutora em psicanálise pela PUC-SP. Ao contrário, os relatos nos consultórios mostram que as pessoas se sentem cada vez mais vazias e que a vida lhes parece sem sentido. Muitas delas chegam a perder a vontade de viver. “E este mercado não está dando conta de seu papel de dar sentido e valor à vida das pessoas”, afirma a psicanalista.&lt;/span&gt;&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;small&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;À luz da medicina, a depressão é uma doença grave, sistêmica e que afeta todo o organismo. Um paciente deprimido que não se submete a tratamento pode desenvolver outras doenças sérias como hipertensão e diabetes, pois fica vulnerável biologicamente. A causa da doença ainda é desconhecida, mas uma das teorias mais aceitas é que ela seria consequência de uma disfunção no sistema nervoso central que diminui e desequilibra as concentrações de dois neurotransmissores (a serotonina e a noradrenalina), substâncias que, em conjunto, regulam o humor e as funções cognitivas.&lt;/span&gt;&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;small&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;“É possível diagnosticar um quadro de depressão pela percepção da vitalidade da pessoa, da energia e da força bruta e criativa que ela coloca nas suas relações com o mundo. O estado depressivo se caracteriza pela falta de vitalidade e incapacidade para o prazer”, define o psiquiatra Isaac Efraim.&lt;/span&gt;&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;small&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;O que chama a atenção na hipótese de Maria Rita Kehl é que a doença deixa a esfera individual para ser pensada no coletivo. Sai do consultório médico para ser abordada por outras áreas do conhecimento. No livro, a psicanalista compara a depressão, hoje, ao que era a histeria no século 19. A tristeza seria tão mal aceita atualmente quanto era o comportamento feminino não recatado naquela época. Ela ressalta porém que a ideia de que a depressão seja um sintoma social não significa que os depressivos devam ser tratados como casos sociológicos. Os depressivos devem ser escutados, como todos os que buscam a psicanálise, um a um.&lt;/span&gt;&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;small&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Maria Rita critica o abuso do consumo de medicamentos antidepressivos, que, segundo ela, podem até ajudar as pessoas a não se matar e a ter coragem de procurar uma análise ou uma terapia para enfrentar seus problemas, mas não resolvem a situação. “Os antidepressivos, sozinhos, não resolvem o problema que deu origem à depressão. Reduzir a depressão a um problema químico é contribuir para que ela aumente, e não diminua, porque com essa concepção se reduz o lugar do sujeito, como sujeito psíquico, desejante e conflitivo, a uma dimensão insignificante. A depressão é a doença do sujeito que se sente insignificante”, defende.&lt;/span&gt;&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3273679119371879580-8134217316552269361?l=depressao-tratamento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://depressao-tratamento.blogspot.com/feeds/8134217316552269361/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://depressao-tratamento.blogspot.com/2009/05/saiba-tudo-sobre-depressao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3273679119371879580/posts/default/8134217316552269361'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3273679119371879580/posts/default/8134217316552269361'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://depressao-tratamento.blogspot.com/2009/05/saiba-tudo-sobre-depressao.html' title='Saiba tudo sobre a Depressão'/><author><name>GB Marketing</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_sZ6p-GFBNf8/R8sS6zpW1_I/AAAAAAAACHo/tPGU2fmRE7Y/S220/logo_instituto_brasileiro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
